Protocolo Nacional de Observação Pedagógica Inclusiva
Da escuta da família à decisão da rede.
O MIPI fecha o ciclo da educação inclusiva: a família relata, o professor observa, o gestor despacha e o instituto calibra o instrumento. Sem diagnosticar criança.
Conhecer para incluir,
incluir para transformar.
IPSI · Índice Pedagógico de Suporte Inclusivo
Seis dimensões de observação viram um único número de 0 a 100. Onde o número cai define a resposta que a escola precisa dar.
Suporte adicional. Elaborar PAEE estruturado, discutir com a coordenação e analisar a necessidade de Atendimento Educacional Especializado.
Arraste a régua para ver como a resposta pedagógica muda
Acesso ao sistema
Cada perfil enxerga o que precisa para agir.
A família relata. O professor registra. O gestor despacha. O instituto calibra.
O ciclo completo
Quatro atores, um único fluxo de informação.
Cada elo produz exatamente o dado de que o próximo precisa. Ninguém trabalha às cegas, e o que a família relata volta como decisão da rede.
A família relata
O responsável se cadastra, registra o estudante e informa o que enfrenta: recusa de matrícula, ausência de apoio, preconceito, risco de abandono escolar.
A escola observa
O professor aplica o protocolo dos dez eixos e o bloco de potencial elevado. O motor calcula o IPSI, dispara gatilhos e sugere estratégias para a sala.
A rede responde
A Secretaria vê a demanda agregada, encontra as lacunas de atendimento e despacha AEE, profissional de apoio e recursos de acessibilidade.
O instrumento evolui
Com os dados de várias redes, o Instituto recalibra pesos, gatilhos e faixas, e publica uma nova versão do protocolo para todos.
O ciclo se fecha: o que o Instituto calibra volta para o professor, e o que a rede designa volta como resposta para a família. Nada morre dentro de um formulário.
Estrutura do protocolo
Dez eixos de observação, seis dimensões de suporte.
Os eixos organizam o olhar do professor. As dimensões organizam a resposta da escola. Dois blocos complementares registram o potencial elevado e a percepção da própria família.
Compromisso do instrumento
O que o MIPI não faz.
O protocolo se apoia no modelo biopsicossocial da deficiência. Ele olha para a barreira, não para o rótulo — e essa restrição está escrita no código.
- ✕ Não fecha diagnóstico clínico
- ✕ Não rotula a criança como tendo TEA, TDAH ou dislexia
- ✕ Não substitui a avaliação humana da equipe pedagógica
- ✕ Não exclui o estudante de nenhuma prática comum da turma
- ✕ Não aplica nenhum plano sem validação de um profissional
O que ele faz
Aponta a barreira e dimensiona a resposta.
Toda saída do sistema é redigida como indício pedagógico, rastreável até os itens que a geraram. A decisão continua sendo da escola.
- Escuta a família como fonte legítima de informação
- Identifica barreiras persistentes de participação
- Classifica o nível de suporte necessário agora
- Indica quando abrir PAEE, estudo de caso ou AEE